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Se tua alma te impede que eu me aproxime,
Jura à tua cega alma que sou teu Will,
E o desejo, tua alma sabe, aqui cabe;
Pois o meu amor preenche a minha doçura.
Will preencherá o tesouro do teu amor,
Sim, encherá até a boca, e apenas com o meu desejo.
Naquilo que aceitamos, logo comprovamos
Somente o que preferimos.
Assim, entre vários, passo despercebido,
Embora eu seja único para ti;
Pois nada me detém, então, não me impeças
Que eu seja doce e gentil para ti.
Ama apenas o meu nome, e o amor que ele contém,
E assim me amas, pois meu nome é Will.
If thy soul cheque thee that I come so near,
Swear to thy blind soul that I was thy ‘Will,’
And will, thy soul knows, is admitted there;
Thus far for love my love-suit, sweet, fulfil.
‘Will’ will fulfil the treasure of thy love,
Ay, fill it full with wills, and my will one.
In things of great receipt with ease we prove
Among a number one is reckon’d none:
Then in the number let me pass untold,
Though in thy stores’ account I one must be;
For nothing hold me, so it please thee hold
That nothing me, a something sweet to thee:
Make but my name thy love, and love that still,
And then thou lovest me, for my name is ‘Will.’