Gráfico das imagens em Shakespeare, Bacon, Ben Jonson, Chapman, Dekker e Messinger, contido em Caroline Spurgeon Shakespeare’s Imagery, and what it tells us (1935)

Podemos visualizar a ampla gama de locus poéticos utilizados por Shakespeare em sua obra. Em vez de se apegar a imagens que, em sua maioria apontam para uma ordem celestial, como o faz Cristopher Marlowe, nota-se, em Shakespeare, o transbordar das imagens humanas e terrenas. Todos os temas parecem vir de um ouvido e de uma vida que fez da fagocitose das mentes e costumes humanos um vício desmedido. O livro tornou-se clássico na argumentação contra a suposta autoria de Bacon para as peças de Shakespeare, que, através da comparação entre as imagens invocadas por cada autor, constata-se uma considerável diferença entre ambos.

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