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Inicial Fórum Peças Hamlet Hamlet: Uma leitura em Heidegger

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    1.1. Um Pouco de Shakespeare

    Shakespeare sempre provocou no homem um ato constante relacionado com o pensar. E em todos os textos apresentados para o grande público conotam um vocabulário difícil e
    complexo. Um sinal de complexidade está apresentado, de acordo com Milton (2005) numa frase “às vezes, o olho do céu arde em demasia”, nessa frase está transmitindo a ideia que está tendo um dia muito quente. E nesse prisma teve alguns pensadores argumentaram que Shakespeare era um ‘diamante bruto’, onde os textos desse dramaturgo inglês teriam que ser trabalhadas para que tivesse um respaldo no público.

    Bertin (2005) destaca que a peça teatral Hamlet é uma das tragédias mais famosas, e
    esse texto está alicerçado em dois pontos: a integridade moral e vingar a morte do pai. E nesse prisma, o personagem Hamlet é uma luta constante num mundo corrupto, e de uma forma reflete uma luta no destino do homem. Contudo, para buscar um entendimento sobre a peça a ser estudada, Hamlet, é preciso entender alguns pontos sobre o autor – Willian Shakespeare – que conseqüentemente é apresentado três fases. Essas três fases podem destacar: na primeira é presente com o testo o drama Henrique VI (1589-92); na segunda fase, que está presente entre 1600 a 1608 com uma visão pessimista e amarga da existência das paixões, conflitos e contradição da natureza humana; e, terceiro momento, demonstra a alta capacidade criativa do dramaturgo.

    O momento que Shakespeare desenvolveu seus textos era caracterizado pelo lema: “livre da França, livre do papado, um orgulhoso reino insular ’em um mar de prata'” (BERTHOLD, 2008, p.312). Esse período ficou conhecido por Era Elisabetana, e Shakespeare era um dos três teatros públicos. E nesse momento o teatro tornou-se uma instituição na vida das pessoas sendo uma lente convergente captando as radiações literárias florescida com uma
    ‘recém-despertada’ consciência nacional, sendo um tema importante da Renascença: o indivíduo consciente-em-si.

    Porém é importante observarmos que, de acordo com Fonseca (2004), a Era Elisabetana
    tem uma significante importância porque representar o início da maturidade política, econômico e social da Inglaterra, e todo esse processo se deve à conquista dos mares terminando por consolidar o império Britânico. E nessa questão Londres, sendo capital de Inglaterra, começou a ser uma cidade importante na Europa, que aos poucos foi crescendo o número de habitantes, que conseqüentemente o teatro teve uma devida importância na vida dos londrinos. Que conseqüentemente, de acordo com Bertin (2005), é possível ser salientado que naquele momento o teatro era considerado um dos maiores divertimentos.

    Nesse sentido é importante salientar que, de acordo com Berthold (2008), os textos de
    Shakespeare, nos oferece um alimento abundante para a nossa imaginação presentes em muitos dos seus escritos. E ao longo no período elisabetano o que importava não a invenção da trama, mas sim na sua elaboração criativa. Que conseqüentemente nessa elaboração criativa, numa perspectiva de Bolognesi (1999), podemos dizer que nos escritos teatrais da Era Elisabetana “a vida é representada na sua totalidade e está exposta de modo direto e
    hierárquico” (p.5).

    Por conseqüência com Polidório (2009) temos a possibilidade em apresentar que nos
    escritos de Shakespeare estão carregadas de atemporalidade, polissemia e verossimilhança. Por isso é fundamental importância dizer que os escritos shakespearenos é verossímil, onde a verossimilhança é caracterizada pelos aspectos referente à natureza humana, e nesse termo “não podemos ‘trancar’ Shakespeare no seu tempo, pois ele pertence a todos os tempos” (p.3).

    1.2. Leitura heideggeriana

    Muitos estudiosos de Shakespeare consideram Hamlet como sendo a principal, mas é
    importante frisarmos que não há um desmerecimento das demais peças teatrais, porém no decorrer do desenrolar do enredo se apresenta um texto trágico completo. E nessa perspectiva é importante salientarmos que o termo tragédia, na vida real, tem uma referência às catástrofes (POLIDÓRIO, 2009).

    Mas para podermos buscar uma compreensão das questões que envolvem o trágico, compreendemos a necessidade de apresentar um entendimento sobre a questão do
    Ser, que na perspectiva de Sueutjes (2001), é uma diferença ontológica, num fundamento de possibilidade do Ser e do ente. E nessa perspectiva podemos argumentar uma compreensão do Ser heideggeriano, é preciso ver que na fala do Hamlet “ser ou não ser, eis a questão” (SHAKESPEARE, 2005, p.76), está questionando o Ser, o que está implicando neste questionamento? Mas poderíamos argumentar que esse ato – do questionamento – é importante esclarecermos que “Ser (com minúscula), o fato e o modo de ser do ente, enquanto ente; Ser (com maiúscula), a diferença ontológica, fundamento do Ser do ente” (LEÃO, 1999, p.13).

    Dessa forma podemos observar nesse trecho “ser ou não ser” (SHAKESPEARE, 2005,p.76)
    se apresenta o questionamento do ser do ente, no qual é importante o conceito de dasein, e partindo de Heidegger (2008a), é destacado que se faz a referencia ao ente em que cada um de nós apresentando a possibilidade de questionar. E nesse questionamento que o personagem Hamlet coloca a si mesmo, faz com que ele tenha a possibilidade de escolher algo entre dois dilemas, e justamente nesse dilema, presente no homem, de acordo com Polidório (2009), Shakespeare demonstrava preocupação com o ser humano, representando os aspectos da vida, do ser humano.

    Mas para podermos entender o ser humano, é preciso repensar sobre o esquecimento do
    ser, e na questão que Hamlet apresenta para si mesmo está presente numa recondução da essência humana, podendo ser visto como tornar o homem mais humano. Na qual tem a possibilidade de enfatizar que “o homem é aquilo que ele mesmo pode e quer tornar-se” (ABBAGNANO, 2007, p.599).

    Antes de aproximar das questões que afligem o homem é preciso ter a significância do ato de pensar, onde esse ato antes de separar do Ser, Heidegger compreendia que:

    O pensar de Parmênides e Heráclito ainda é poético, o que significa aqui ainda é filosófico e não cientifico. Posto que neste pensar poetante, a proeminência cabe ao pensar, a reflexão sobre o ser do homem adquire uma orientação e uma medida toda sua. Para se iluminar suficientemente esse poético por meio do seu reverso, que lhe pertence intrinsecamente, e prepara assim a sua compreensão (HEIDEGGER, apud GAIO, 2007, p.17).

    É justamente na questão do Pensar poético sobre o Ser do homem que na indagação
    de Hamlet coincide no sentido que Heidegger (2005) transmite ao leitor. E esse sentido é uma busca pelo entendimento de que seria o Ser. Contudo é preciso ver que o ato de pensar é “engajamento através e em favor da verdade do ser” (p.9).E nessa questão da verdade do Ser, é possível destacarmos que o:

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    Ser ou não ser, eis a questão. O que é mais nobre a ser feito: deveríamos sofrer as
    pedradas e flechadas de um destino ultrajante, ou lutar contra um mar de problemas, e combatendo-os, dar-lhes fim? Morrer, dormir, nada mais. E um sono acaba com todas as dores do coração e os mil golpes que a vida nos dá. Mas aqui há um problema também, pois ninguém sabe os tipos de dificuldades, que poderemos ter depois da morte. E isso que nos faz suportar a vida. Enfrentamos todo o orgulho dos outros, rejeição do amor, insultos de nossos superiores. Carregamos todos esses fardos pesados porque temos medo do país desconhecido de onde nenhum viajante retorna: o medo da morte nos faz covardes, nossas
    consciências nos fazem fracos. Ações que deveriam ser executadas acabam por
    tomar a direção errada, e nós não fazemos nada (SHAKESPEARE, 2005, p.76).

    Nessa fala de Hamlet é possível observar que tem uma forte presença de temor onde com
    Inwood (1999) podemos ver que o “temor é angustia no ‘mundo’ inautêntico e encoberto para si mesmo como angustia” (HEIDEGGER, apud INWOOD, 1999, p.7). E nesse prisma temos a possibilidade em argumentar que o temor é estado que algum Ser sente. Na qual a fala de Hamlet se apresenta um dilema. E no dilema está no enfrentar o mar de problemas e carregar os fardos pesados da vida; o temor presente na fala de Hamlet é não souber a melhor escolha a ser feita.

    E como saber qual a melhor a decisão a ser feita? É possível saber através da vivência, que através de Abbagnano (2007) podemos dizer que o termo vivência pode ser visto como erlebnis, cujo significado filosófico é a designação ou expressão da consciência. Que consequentemente ocorre à possibilidade heideggeriana em observar que o dasein estando obedecendo à possibilidade existencial do Ser é uma indicação de uma “experiência, onde compreender não diz agarrar a realidade como esquemas já dados” (SCHUBACK, 2008, p.17).

    Qual é o esquema já dado para a realidade de Hamlet? Em primeiro momento é preciso
    observar que a realidade do personagem está configurada na possibilidade de lutar contra os sentimentos errados, ações corretas. E uma das questões internas de maior dificuldade é saber como fazer (BERTIN, 2005).

    Em relação à realidade é preciso observar com Inwood (1999) apresenta no pensamento heideggeriano há uma rejeição da visão que a realidade do mundo exterior já é algo dado, onde podemos destacar que no dasein sendo essencialmente no mundo possibilitando que a ‘consciência’ “sugere uma atenção focalizada que é inapropriada à maioria das minhas vidas com as coisas” (p.158).

    Se a realidade já é algo dado, então podemos presumir que ao apresentar a dúvida hamletiana o personagem pode ter a noção das conseqüências que poderão acontecer dependendo da sua escolha. Onde Hamlet ao dizer “carregamos todos os fatos pesados” (SHAKESPEARE, 2005, p.76) pode estar fazendo uma leitura que dependendo das escolhas terá que arcar com as conseqüências, que uma delas é o fim da sua temporalidade. No entanto é preciso lembrar que, de acordo com Casanova (2008), o termo Dasein sendo formado por um verbo Ser e advérbio ‘lugar ai’ sendo compreendido como ‘Ser-ai’ pode-se dizer que é presente em tempo todo.

    Mas é preciso compreender que, de acordo com Inwood (1999), Dasein não é algo simplesmente dado, mas sim uma possibilidade de ser. E o personagem Hamlet se depara com as questões do Ser com as possibilidades existenciais do Ser-ai. E nesse prisma é importante observarmos que o Ser-ai “é um ente que essencialmente se descerra. Isso significa: ele é um ente que promove, no e com o seu ser, pela primeira vez a emergência
    da manifestação” (HEIDEGGER, 2008a, p.145).

    Na Cena III, do Terceiro ato o personagem Hamlet decide se vingar da morte do seu
    pai, mas essa decisão através do engajamento do Ser tem que ‘ativar’ a sua decisão, porém até o momento da decisão o personagem se encontra num afastamento da totalidade do Ente. Esse afastamento da totalidade do Ser pode ser visto como estar suspenso. E Heidegger (2008b) diz sempre estamos suspensos sobre angustia, “angustia nos suspende, porque ela faz com que o ente na totalidade venha a se evadir” (p.122).

    E nesse ponto podemos argumentar que, antes de ter a decisão feita pelo Hamlet, o afastamento da totalidade do Ser não aconteceu. A essencialização do Ser, onde
    com Gaio (2007) é visto que a “questão sobre a essencialização do Ser se abotoa e vincula a questão sobre a questão do homem porque a questão sobre o Ser do homem é determinada exclusivamente sobre a questão do Ser” (HEIDEGGER, apud GAIO, p.28). Que consequentemente dizer que a essencialização do Ser tem uma dependência com o homem.

    Contudo com Inwood (1999) tem-se a possibilidade que a essencialização em Heidegger é
    visto como wesen que pode ser visto como “essência, natureza ou princípio” (p.54). E nesse sentido é possível dizer que wesen de Hamlet é estar em dúvidas, procurar maneiras em responder as questões que permeiam a formação do Ser, mas essas respostas, a serem buscadas, não impedem que Hamlet pise em chão firme.

    Mas as questões que permeiam no homem chamado de Hamlet fazem com que se afaste da
    sua totalidade, negando o Ser, fugindo e se aproximando do Nada, que “o nada é a plena negação da totalidade do ente” (HEIDEGGER, 2008b, p.119), consequentemente vimos que enquanto o homem tiver questões da essência não forem respondidas não estará pisando em chão firme. O não pisar em chão firme está nadificando, mas “o nada se revela na angústia” (p.123), que conseqüentemente “a angústia não é uma apreensão o nada” (p.123), contudo o nada se manifesta por ela e nela.

    No andar das questões que envolvem o Ser, podemos notar que a sua totalidade está
    em jogo, porque a angústia sempre surge quando o Nada se manifesta, conseqüentemente
    há uma relação entre o Ser e o Nada, a qual Gaio (2007) observa “o ente na sua totalidade se revela como physis, natureza, que aqui não aponta um domínio específico do ente. Mas o ente enquanto tal em sua totalidade sob a forma que eclode” (HEIDEGGER, apud GAIO, 2007, p.44). O desabrochar da totalidade nem sempre acontece como homem deseja, pois ele sempre está rejeitando a co-pertinência do ser e freqüentando uma realidade limitada.

    Porém com Heidegger (1999) é possível observar que é na dis-posição, para a totalidade, engendrando, conservando e mantendo-se vigorado para que a totalidade seja constituída. Porém com Heidegger (2008b) é possível destacar que a totalidade do Ser está referente ao amadurecimento do ente que se realiza no momento em que as questões primárias do Ser são resolvidas. Onde é possível notar na fala de Hamlet:

    Poderia agir facilmente, pois ele está rezando. Agora vou fazê-lo. (tira a espada) E aí
    ele vai para o céu. E é esta a minha vingança? Melhor pensar com cuidado. Um canalha
    mata meu pai, e eu o mando para o céu. Como seu eu lhe fizesse um favor! Não, vamos guardar a espada e esperar um momento mais propício para matá-lo. Quando estiver fazendo algo errado, eu o inferno. Minha mãe está me esperando. O rei está tentando se redimir com oração, mas tudo o que está fazendo é mantendo-se vivo por um pouco mais de tempo (SHAKESPEARE, 2005, p.94).

    Na fala citada acima indica um amadurecimento na aproximação da sua totalidade, mas é preciso entender que ele não se realizou totalmente porque o personagem não cometeu o planejado: a sua vingança, pois ele compreendeu que é pensar um pouco mais é a coisa a ser feita, entendendo que a sua vingança será realizada. E nesse prisma, com Heidegger (1999) podemos observar que “pensar significa aqui: planejar, idear isso ou aquilo” (p.143), que consequentemente Hamlet está tentando se afastar dos seus males: a angústia. Porém no termo vingança sempre está com uma perseguição que resiste, opõe-se e subestima e nessa questão que: “Nietzsche diz: vingança é ‘a recalcitrância da vontade contra o tempo… ‘. Isto não quer dizer: contra algo temporal” (HEIDEGGER, 2008a, p.100).

    E na perspectiva do personagem Hamlet a questão da vingança é um elemento importante para a formação da sua totalidade, no entanto, a realização da sua vingança não foi possível, naquele momento. Pois o personagem argumentou para si mesmo a necessidade de pensar mais um pouco, e nesse prisma “o homem pode pensar à medida que tem a possibilidade para tal” (HEIDEGGER, 1999, p.111).

    Porém o personagem decidir que deverá esperar para que tenha outro momento para a
    realização da sua vingança é possível apresentar a noção de que a sua totalidade está longe em ser realizada e continua suspenso, pisando na angústia. Que consequentemente podemos enfatizar: “na angústia reside um retroceder diante de… que, sem dúvida, não é mais nenhuma fuga, mas uma quietude fascinada. Esse retroceder diante de… recebe o seu impulso inicial do nada” (HEIDEGGER, 2008b, p.124). Dessa forma podemos compreender que personagem Hamlet não conseguiu realizar sua vingança teve a chance de realizar,
    porém retrocedeu dizendo que era preciso pensar mais um pouco.

    Mas é importante salientarmos que:

    Meu Deus! Tudo que aqui vejo me leva a por minha vingança em prática. Uma tropa de vinte
    mil homens marcha em direção às suas mortes por uma ilusão e um pouco de fama, lutando por um minúsculo pedaço de terra, que nem dá cova o suficiente de enterrar todos eles. E, eu, um pai assassinado e uma mãe desonrada, estou aqui parado, sem fazer nada! Oh, de agora em diante terei apenas pensamentos violentos (SHAKESPEARE, 2005. P.116).

    Porém o personagem Hamlet, num momento ao término do texto de Shakespeare pode notar que as questões essenciais do homem são aspectos cruciais no entendimento do
    oceano interno que forma o nosso modo de Ser. E nesse aspecto é possível salientar que “as peças de Shakespeare oferecem alimento abundante para a transformadora capacidade da imaginação” (BERTHOLD, 2008, p.313) porque ele conseguiu buscar a compreensão da ação humana na tentativa de explicar o Ser conhecido como Homem.

    2. Considerações Finais

    O homem sempre será um grande mistério, a sua formação, na totalidade, é um resultado de uma caminhada linga. E para que possa ser alcançado é preciso que as questões essenciais do seu Ser sejam respondidas, mas enquanto não seja respondido, ele continuamente vive suspenso sob a angústia que ao longo da vida lhe atormenta levando o homem cometer ações que merecem ser vistas com um olhar mais crítico.

    E nesse prisma é possível dizer que a busca pela compreensão do homem se dá em vários campos, a qual pode destacar Shakespeare que através dos seus textos, tornando clássicos, demonstrou um grande interesse em estudar, entender as ações do homem. Onde pode ser apresentado que a obra de Hamlet é um trabalho que demonstrou a preocupação ontológica do Ser enfatizando a preocupação do homem na formação da sua totalidade. Assim, a totalidade só será possível quando o homem conseguir ter as suas indagações essenciais respondidas. Porém enquanto que não responder o homem viverá suspenso sob a angústia, e a angústia é um elemento que sempre está presente no dilema de Hamlet – Ser ou não Ser – propiciando ao homem que caminhe num eterno túnel que no fim há uma fraca luz
    indicando a totalidade do ente.

    3. Bibliografia

    ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007. 1210p.

    BERTHOLD, Margot. História Mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2008. 578p.

    BERTIN, Marilise Resende. Introdução. In: SHAKESPEARE, Willian. Hamlet. São Paulo: Disal, 2005, p.15-23.

    BOLOGNESI, Mário Fernando. Teatro e Pensamento. Revista Trans/form/ação, v.21(22), n.1, 1999.

    CASANOVA, Marco Antonio. Apresentação à tradução brasileira. IN: HEIDEGGER, Martin. Introdução à Metafísica. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p.xi-xxi.

    FONSECA, Deise. Uma leitura heideggeriana da linguagem em Hamlet. Revista Garrafa, n. 4, 2004, setembro. Disponível em http://www.ciencialit.letras.ufrj.br/garrafa4/9.doc

    GAIO, Dulce. O Trágico em Heidegger. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Filosofia – Mestrado, Curitiba, 2007.

    HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Petrópoles: Vozes, 2008a. 598p.

    ____________. O que é Metafísica? IN:________. Marcas do Caminho. Petrópoles: Vozes, 2008b, p.113-133.

    ___________. Introdução à Metafísica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
    1999. 227p.

    INWOOD, Michel. Dicionário Heidegger. Rio de Janeiro: Jorque Zahar Editor, 1999. 239p.

    LEÃO, Emmanuel Carneiro. Itenerário do Pensamento de Heidegger. IN: HEIDEGGER, Martin. Introdução à Metafísica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro: 1999, p.9-29.

    MILTON, John. Prefácio. IN: SHAKESPEARE, Willian. Hamlet. São Paulo: Disal, 2005, p.11-14.

    POLIDÓRIO, Valdomiro. A representação da natureza humana em Hamlet de Willian Shakespeare. Revista Travessias, v.3, n.2.

    SHAKESPEARE, Willian. Hamlet. São Paulo: Disal, 2005. 164p.

    SLEUTJES, Maria Helena.Pós-modernidade em Heidegger. Revista da Universidade Rural: Ser e Ciências Humanas. Júlio/Dezembro, 2001, volume 23 (2), p.189-193.

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